*          15.1 O poder das palavras de edificar ou de destruir relacionamentos é salientado aqui e nos vs. 2, 4, 7, 14 e 23.

 

*          15.2 Ver 6.17,24; 10.20,31; 12.17-19.

 

*          15.3     Os olhos do SENHOR. Ver 2Cr 16.9; Sl 33.13-15. Os sábios, algumas vezes, olhavam para além dos acontecimentos observáveis e da retribuição natural para lembrarem-se da realidade da justiça divina. Ver a nota teológica "Deus Vê e Conhece: a Onisciência Divina", índice.

 

*          15.4     A língua serena. Ou: saneadora. Uma língua conciliadora corrige os relacionamentos (v. 2; 12.18).

 

árvore de vida. Ver 3.18 e nota.

 

a perversa. Ver a nota em 11.3.

 

quebranta o espírito. Destrói a moral e a autoestima (Is 65.14, referência lateral).

 

*          15.5 Ver 1.8; 6.20; 12.15; 13.1,13,18. Deixar-se ensinar com humildade é a marca dos sábios.

 

*          15.6     grande tesouro. Pode ser uma riqueza material, ou talvez uma metáfora de própria sabedoria (cf. 8.18-21).

 

perturbação. Ou "será destruído", conforme diz a Septuaginta (tradução do Antigo Testamento grego).

 

*          15.7 Ver o v. 2 e nota.

 

*          15.8 Ver Is 1.12-15; Am 5.21-24. O sábio traça aqui a vida religiosa de Israel, ilustrando a estrutura do pacto, dentro do qual a sabedoria bíblica opera.

 

*          15.10   a vereda. Isto é, o caminho da sabedoria divina (2.12-20). A disciplina será necessária para trazer o indivíduo de volta ao caminho de Deus (v. 5; 12.1).

 

o que odeia a repreensão, morrerá. Ver 2.18 e nota.

 

*          15.11   O além. No hebraico, sheol (1.12, nota).

 

o abismo. Ver a referência lateral. A morte é aqui retratada como uma espécie de encerramento do indivíduo, da parte do Senhor. O Senhor penetra os segredos do sepulcro; e quão mais fácil é para ele conhecer as nossas mentes (Sl 139.23,24).

 

*          15.12   O escarnecedor. Ver a nota em 1.22.

 

*          15.13 Ver a nota em 14.30.

 

*          15.15   banquete. Uma metáfora sobre a alegria.

 

*          15.16 Quanto a exemplos da forma de comparação "melhor... do que", ver a nota em 12.9. O temor do Senhor rende suas próprias riquezas (v. 6, nota).

 

tesouro onde há inquietação. Ver 10.2. As riquezas que não têm origem em uma vida sábia, trazem consigo sementes de destruição (Mc 10.25).

 

*          15.17 O contraste indica pobreza e riqueza. A qualidade de relacionamentos familiares não está ligada às riquezas; a qualidade da hospitalidade está alicerçada sobre os relacionamentos pessoais, e não sobre o alimento provido.

 

*          15.18 Ver 14.17,29; 15.1. A disposição das pessoas acalma ou acende uma rixa. Podemos discordar sem sermos desagradáveis.

 

*          15.19 Ver 6.6-11; 10.4; 13.4.

 

retos. A palavra é aqui usada como o oposto de "preguiçoso". Existe um laço implícito entre a preguiça e a injustiça, entre a diligência e a virtude.

 

*          15.23 Os sábios recebem grande satisfação por serem capazes de dar a palavra apropriada no tempo certo.

 

*          15.24 Ver 2.18-22 e notas.

 

o inferno. Ver a nota em 1.12.

 

*          15.25 Um reconhecimento da retribuição divina final.

 

a casa dos soberbos. Ver 14.11.

 

a herança da viúva. Ver a nota em Dt 19.14. Visto que a opressão sobre as viúvas era algo que realmente ocorria (p.ex., Is 1.17,23; 10.2), este provérbio deve ser visto como uma declaração de confiança de que a justiça de Deus finalmente terá cumprimento.

 

*          15.26 Tal como nos vs. 8 e 9, manter um correto relacionamento com o Senhor é a definitiva sabedoria.

 

*          15.27   ávido... suborno. Essas linhas paralelas sugerem alguém cujas riquezas foram mal adquiridas. Nossa insensatez usualmente repercute sobre aqueles que nos são próximos (1.19).

 

viverá. Ver 2.20-22 e notas.

 

*          15.28 O sábio e o justo reconhecem a necessidade de pesar cuidadosamente as questões antes de dar conselhos.

 

*          15.29 Ver a nota no v. 8.

 

*          15.30   O olhar de amigo. A idéia parece ser que uma pessoa animada e radiante, ou uma bela cena, afetam a mente do indivíduo da mesma maneira que boas notícias promovem o nosso bem-estar geral. Ver a nota em 14.30.

 

*          15.32   menospreza a sua alma. A insensatez é autodestrutiva.

 

*          15.33 Ver 1.7; 11.2 e notas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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