*          17.1     farta de carnes, e contendas. Lit., "sacrifícios de contendas" (ver a referência lateral), talvez um contraste com as ofertas pacíficas ou de comunhão (Dt 27.7). Pode haver harmonia sem provisões abundantes.

 

*          17.2 Um privilégio herdado pode ser facilmente perdido para aqueles que, mediante a diligência, mostram-se dignos de desfrutar do mesmo (11.29).

 

*          17.3     aos corações prova o SENHOR. As comparações indicam que o Senhor usa as nossas experiências a fim de nos aprimorar. Um teste de fogo não vem para nos destruir, mas para nos refinar.

 

*          17.4 O pecado não está simplesmente no ouvir, mas no implícito desejo perverso de usar para o mal aquilo que foi ouvido (cf. 16.27).

 

*          17.5 Ver 14.21 e nota.

 

*          17.6     os filhos dos filhos. O desejo natural de todos os pais ter netos foi intensificado em Israel, onde as bênçãos plenas da aliança, que jaziam no futuro, seriam possuídas pelos descendentes do indivíduo (Sl 127.3; 128.1-6).

 

a glória dos filhos são os pais. Ver Êx 20.12. Os pais são os guardiães e os professores mais influentes da verdade divina aos seus filhos.

 

*          17.7     quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso. Ver 8.15,16; 16.10,12,13 e notas.

 

*          17.8     o suborno. O ato de subornar geralmente se mostra eficaz. Essa observação de um comportamento humano corrupto é feito sem se passar julgamento moral (cf. o mordomo injusto de Lc 16.1-9). O suborno é condenado em 15.27. A sabedoria rejeita o pragmatismo em favor da obediência à lei de Deus.

 

*          17.10 Um tema frequente da sabedoria: as pessoas sábias deixam-se ensinar. Em contraste, o insensato não aprenderá de forma alguma (9.7-9).

 

*          17.11 O governo foi instituído por Deus para a preservação da ordem na sociedade (Rm 13.1-5). A rebeldia convida a retribuição oficial contra a tentativa de destruir a ordem social.

 

*          17.16   para comprar a sabedoria. Os insensatos não podem compensar a falta de sabedoria comprando uma educação.

 

*          17.18 Ver 6.1-3 e notas.

 

*          17.19 As linhas paralelas deste provérbio vinculam o orgulho e as más ações com a luta e a destruição, dando ao leitor assunto para sua reflexão.

 

*          17.21 Ver 10.1; 15.20 e 17.25.

 

*          17.22 Ver 14.30; 15.13,30 e notas.

 

*          17.23 Ver o v. 8 e nota.

 

*          17.24 O contraste é entre a concentração sobre a tarefa do aprendizado da sabedoria e os devaneios (12.11, nota).

 

*          17.25 Ver o v. 21 e nota.

 

*          17.27 Quem retém. Ou seja, aquele que contém sua fala. Este provérbio contrasta com 16.27,28. Os sábios sabem como controlar sua língua.

 

*          17.28 Este provérbio é uma extensão hipotética do v. 27. Ironicamente, o insensato que tem a esperteza de manter-se calado pelo menos mostra algum potencial para a sabedoria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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