* 18.1 O hebraico
é difícil. A primeira linha sugere que a pessoa inamistosa (no hebraico,
"alienado") busca somente os seus próprios interesses.
* 18.3 As
conseqüências sociais da insensatez e da perversidade são a perda da honra e da
autoestima.
* 18.4
Águas profundas são as palavras da boca
do homem. O sentido dessa frase é que as palavras de uma pessoa comum
são obscuras, ou que as palavras do sábio são profundas. Se admitirmos o
primeiro sentido, então a segunda linha contrasta tal obscuridade com a clareza
da sabedoria. Se o sábio é que está em pauta, então a segunda linha desenvolve
o tema. A ambigüidade pode até ser deliberada, deixando aberta a aplicação.
* 18.6,7 Ver 6.2;
10.11,14; 13.3; 14.3 e notas.
* 18.7
para a sua alma. Ou
"para a sua vida".
* 18.8 Faz parte
de nossa natureza humana pecaminosa ter um apetite para a maledicência.
* 18.9 Ver
6.9-11.
* 18.10 o nome do SENHOR. Na cultura hebraica,
um nome não era mero rótulo, mas usualmente uma expressão do caráter de uma
pessoa. O nome pactual de Deus, "Senhor", está associado a seu
caráter como Salvador de seu povo (Êx 3.13-15; 15.1-3, e notas).
Torre forte. A
segurança dos justos está baseada no caráter de Deus como um Salvador fiel.
* 18.11 Este
versículo forma um claro contraste com o v. 10 (cf. 10.15). A advertência
implícita é contra a confiança somente nas riquezas materiais (Lc 12.13-21).
* 18.13 Os
insensatos vociferam opiniões sobre assuntos que eles não procuraram ouvir com
cuidado. A pessoa deve escutar bem antes de começar a falar.
* 18.14 Ver 14.30
e nota.
* 18.16 Neste
caso, o presente não é, necessariamente, um suborno, mas os efeitos práticos de
um presente são vistos (17.8, nota).
* 18.17 Um
argumento, em uma disputa, pode ser persuasivo até ser desafiado pelo outro
lado. Esta parte da sabedoria prática salienta a importância de chegarmos à
verdade.
* 18.18 Pelo lançar da sorte. Se a
decisão vier de fora, as partes em contenda podem ambas descansar.
* 18.19 O irmão ofendido. O
significado preciso deste versículo é incerto. O seu intuito aparente é que a
reconciliação é difícil.
* 18.20 Do fruto da boca. Ver 12.14;
13.2 e notas.
se satisfaz.
Provavelmente uma metáfora dos resultados construtivos da fala sábia, que
promove relacionamentos transmissores de vida.
* 18.21 O ato de falar pode trazer o bem ou o dano. A
pessoa que gosta de falar deve averiguar quais são seus efeitos.
* 18.22 uma esposa. Fica entendido que ela é
uma boa esposa, como aquela descrita em 31.10-31 (12.4; 19.14 e notas).
a benevolência do SENHOR. Ver a nota
em 8.35.
* 18.23
Este provérbio está baseado sobre uma observação realista da dura
realidade das desigualdades da vida, por causa dos efeitos do pecado.
* 18.24 O homem que tem muitos amigos. O contraste
parece ser entre dois tipos de companhia: aqueles cuja amizade é superficial e
que causa tribulações; e o amigo raro, que é leal como um irmão (17.17).
-----------------------------------------------------------------------------
sergiovalentin