*          20.1     escarnecedor. O vinho zomba da pessoa que cai sob seu encanto, ou mais provavelmente, torna o indivíduo um escarnecedor (9.7, nota).

 

não é sábio. Ou é uma insensatez ficar embriagado, ou a pessoa intoxicada não pode agir sabiamente.

 

*          20.2 Ver 16.14.

 

*          20.3 Ver 15.18; 17.14.

 

*          20.4 Ver 6.6-11.

 

*          20.5 sabe descobri-los. Se as "águas profundas" referem-se a alguma verdade profundamente escondida "no coração", então a pessoa sábia é vista como alguém que é capaz de extrair tal sabedoria para a superfície, e dar-lhe expressão (18.4, e nota).

 

*          20.6 Muitos professam ter tal benignidade (ver a referência lateral), mas poucos a praticam em seu relacionamento com outras pessoas.

 

*          20.7 Ver 13.22 e nota; 14.11.

 

O justo. Ver 8.18 e nota.

 

*          20.8 Ver o v. 26. Um rei sábio pode discernir entre o trigo e a palha, entre o bem e o mal.

 

*          20.9 Ver 16.2 e nota. A resposta a esta pergunta deve ser simplesmente, "ninguém" (1Jo 1.8).

 

*          20.10 Ver 11.1 e nota.

 

*          20.11 criança. A palavra hebraica correspondente cobre um grande leque de idades, desde a infância até ao início da vida adulta.

 

*          20.12 Dois dos principais meios de se obter conhecimento são dados por Deus, e, portanto, são dignos de confiança. Pode haver aqui uma advertência implícita contra o uso errado dos mesmos.

 

*          20.13 Ver 6.6-11; 10.4; 19.15 e notas.

 

*          20.14 Um comentário humorístico sobre os costumes do mercado, onde a barganha é um bem estabelecido ritual social.

 

*          20.15 Ver 3.13-15; 8.10,11; 16.16. As riquezas materiais não são condenadas, mas a sabedoria aparece como mais desejável do que elas.

 

*          20.16 Tome-se a roupa. A roupa é a garantia tomada para que se faça um empréstimo (Dt 24.6, nota). Este versículo provavelmente é uma advertência para ser cuidadoso com dinheiro em negócios com pessoas que se arriscam ou que não são dignas de confiança.

 

*          20.17 o pão. Essa é uma metáfora para as riquezas materiais, as quais, quando buscadas desonestamente, não satisfazem.

 

*          20.18 Calcule-se o custo e nada se deixe ao mero acaso (1.5; 15.22; cf. Lc 14.28-32).

 

*          20.20   apagar-se-lhe-á a lâmpada. Ver 13.9 e nota. A morte sobrevirá, ou por meio da sociedade que executará a lei, ou pela retribuição divina, ou ainda pelas conseqüências indiretas de tal enorme pecado.

 

*          20.21 A posse antecipada de uma herança. Ou seja, prematuramente, antes de se obter a sabedoria para se lidar com ela, ou através de meios errados.

 

*          20.22 Essa orientação é paralela ao princípio ensinado em Dt 32.35 e Rm 12.19, advertindo contra tomar-se a lei nas próprias mãos e solapando a ordem da sociedade. O livramento não é nacional (Dt 32.35,36), mas, sim, individual, possivelmente por meio de devidos processos legais, mas tendo em última análise o próprio Senhor como sua fonte.

 

*          20.23 Ver o v. 10 e nota.

 

*          20.24 Ver 16.1,9 e notas; 19.21. Tais passagens indicam as limitações do conhecimento obtido por meio da observação. Somente os propósitos soberanos de Deus são exatos.

 

*          20.25 É santo. Ou seja, dedicado a Deus. Um voto precipitado que não pode ser honrado é pior do que não fazer voto nenhum (Ec 5.4-7).

 

*          20.26 Ver o v. 8 e nota. Um rei sábio tem a capacidade de discernir.

 

*          20.27   a lâmpada do SENHOR. Uma metáfora para o olho perscrutador de Deus, que conhece nossos pensamentos mais íntimos (cf. o v. 24).

 

*          20.28   Amor e fidelidade. Essas virtudes podem referir-se à atitude do rei para com os seus súditos, o que estabelece uma sociedade estável e um trono seguro (3.3; 14.22 e notas). Entretanto, é provável que a frase tenha sido usada aqui para falar sobre o pacto de Deus com a dinastia de Davi (2Sm 7.11-15).

 

*          20.29 Ver 16.31 e nota. Enquanto que a força física diminui com a idade, a sabedoria deveria aumentar.

 

*          20.30 O castigo corporal tem utilidade para sondar a consciência, mas é preciso a sabedoria para se saber quando e como devemos aplicá-lo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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