*          21.1     o coração do rei... Senhor. Possivelmente uma referência à soberania de Deus, até mesmo sobre os reis pagãos, que cumprem a sua vontade mesmo quando não querem fazê-lo (p.ex., Ciro, em Is 45.1), ou ao rei de Israel que, à semelhança de Salomão, recebeu uma bênção especial sob a forma da sabedoria de Deus (16.10 e nota). Ver "Deus Reina: a Soberania Divina", em Dn 4.34.

 

*          21.3 Ver o v. 27. Os temas proféticos tais como esse (1Sm 15.22; Is 1.11-17) raramente são encontrados na literatura de sabedoria (15.8, nota).

 

*          21.4     Olhar altivo. Ver 6.17. Essa expressão descreve o orgulho e a arrogância, similar ao "coração orgulhoso".

 

*          21.5 No v. 25 e em 19.15, a pobreza é resultado da preguiça. Aqui ela resulta de ações precipitadas e sem sabedoria.

 

*          21.6 O hebraico é difícil (ver referência lateral). O significado deste provérbio provavelmente é similar ao de 20.17 (nota).

 

*          21.7     os arrebata. Ou seja, os "prenderá na armadilha". Ver 1.17,19 e notas; 12.13.

 

*          21.8     reto. Ver a nota em 14.2.

 

*          21.9     no canto do eirado. Provavelmente a referência é a um pequeno sótão construído sobre o teto plano comum nas casas.

 

a mulher rixosa. Ver o v. 19; 19.13 e nota. Essa esposa é o oposto da mulher prudente de 19.14.

 

*          21.10 o mal. Aquilo que é destrutivo nos relacionamentos humanos.

 

*          21.12   O Justo. O hebraico pode ser traduzido por "a pessoa justa", mas faz mais sentido traduzi-lo como uma referência a Deus. A retribuição divina é então afirmada com base na justiça de Deus, em vez de ser afirmada com base na observação humana.

 

*          21.14 Ver 17.8; 18.16 e notas.

 

*          21.15 A manutenção da verdadeira ordem (justiça) estabelece o bem-estar daqueles que vivem de acordo com ela. Mas aqueles que transgridem essa boa ordem são condenados. Os sábios discernem essa ordem divina, providencial, que, embora maculada pelo pecado, é até certo ponto mantida no mundo. Deus preserva essa ordem e é nossa tarefa perceber essa sua ordem para vivermos de acordo com a mesma. Em seu centro estão a Palavra de Deus e a nossa fiel obediência à ela. Essa obediência é o que se entende pelo "temor do Senhor".

 

*          21.16 Este provérbio contrasta os caminhos da vida e da morte (2.18; 3.18 e notas). Abandonar a sabedoria é abandonar a própria vida, e terminar entre os mortos.

 

*          21.17 o vinho e o azeite. Essas palavras aqui sugerem extravagância, especialmente nos banquetes.

 

*          21.18 Ver 11.8 e nota. Um resgate é uma quantia paga para a soltura de alguém. Entretanto, este provérbio não depende desse sentido específico, mas indica, em termos gerais ao juízo final, quando os justos serão vindicados e os ímpios serão derrotados.

 

*          21.19 Ver 19.13; 21.9 e notas.

 

*          21.21 Aqueles que cultivam relacionamentos corretos e a lealdade, encontram benefícios duradouros na vida (v. 16 e nota).

 

*          21.22 Ver 16.32 e nota. A força não é páreo para a sabedoria. Uma figura semelhante é aplicada à batalha espiritual, em 2Co 10.4.

 

*          21.23 Ver 13.3; 15.23; 18.13 e notas.

 

*          21.24 zombador. Ver 9.7 e nota; 19.25.

 

*          21.25 desejando. Esse desejo não o vincula ao mundo real, onde o trabalho traria as suas recompensas (13.4; 19.24 e notas).

 

*          21.26 Este provérbio parece ser uma continuação do v. 25. Se não, trata-se de um contraste entre a ganância e a abnegação.

 

*          21.27 Ver o v. 3; 15.8 e notas.

 

*          21.28 Ver 14.25; 19.5,9 e notas.

 

*          21.29   mostra dureza no seu rosto. O homem perverso apela para a rispidez em suas negociações com outras pessoas.

 

considera o seu caminho. Indica que a pessoa reta importa-se em viver segundo a verdade e suas conseqüências.

 

*          21.30 Os limites da compreensão humana devem ser reconhecidos à luz da sabedoria e da soberania de Deus. O temor do Senhor (1.7, nota) coloca-nos em contato com a sabedoria revelada de Deus. Mas Deus é sábio além daquilo que ele nos revela, e essa sabedoria não-revelada não pode ser compreendida por nós.

 

*          21.31 Este versículo aceita como certo que as pessoas farão preparativos apropriados para atingir os seus alvos, ao mesmo tempo em que reconhecerão que o resultado depende de Deus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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