*          22.1     o bom nome. Uma boa reputação é uma das conseqüências sociais da sabedoria.

 

do que as muitas riquezas. As riquezas não são desencorajadas, mas postas em uma correta perspectiva (16.16, nota).

 

*          22.2     se encontram. A despeito das desigualdades desta vida, tanto os ricos como os pobres estão debaixo de Deus como seu Criador e Juiz.

 

*          22.3     O prudente... os simples. Ver 1.4 e nota.

 

*          22.4     da humildade e o temor do SENHOR. Ver 1.7; 15.33 e notas.

 

riquezas e honra e vida. Uma vida governada pela sabedoria tende à prosperidade. Os sábios de Israel salientavam que um correto relacionamento com o Senhor é a sabedoria final que estimula a vida (3.2,18; 8.18 e notas).

 

*          22.5     Espinhos e laços. Essas são metáforas para os infortúnios da vida que se derivam de um transtorno da verdadeira ordem doadora da vida (cf. 15.19).

 

o que guarda a sua alma. Isto é, estabelecendo a sua vida sobre a sabedoria de Deus.

 

*          22.6     Ensina a criança. A expressão hebraica inclui a idéia de inauguração, ou iniciar a vida de uma criança em um caminho específico. Esse caminho é o caminho da sabedoria (1.22, nota). A verdadeira sabedoria mantém-se por ter a humildade para continuar a aprender no caminho. Ver "A Família Cristã", em Ef 5.22.

 

*          22.7 Uma simples observação da realidade presente: neste mundo, as riquezas materiais representam poder (10.15 e nota).

 

*          22.8 A insensatez transgride a ordem divina, provocando as punições da tristeza e da dissolução (Os 8.7; Gl 6.7-9).

 

*          22.9     O generoso. Aquele que se inclina favoravelmente para com os necessitados. Nosso próprio bem- estar está ligado ao bem-estar de outras pessoas, de tal modo que aquilo que fazemos para o benefício delas também nos beneficia (19.17).

 

*          22.10   o escarnecedor. Ver 9.7 e nota. A harmonia social não pode existir se há alguém que procura acirrar os desentendimentos.

 

*          22.11   o rei. Ver 8.15,16; 14.35; 16.12,13; 20.26 e notas.

 

*          22.12   Os olhos do SENHOR. Ver 15.3; 20.8,27 e notas. O Senhor é o guardião da verdade.

 

*          22.13   o preguiçoso. Ver 6.6 e nota. Com humor e ironia o provérbio zomba das desculpas do preguiçoso a fim de evitar o trabalho.

 

*          22.14 Ver 5.3-5; 6.24; 7.5,14-21. Aqui a queda do insensato é atribuída à ira de Deus.

 

*          22.15   A estultícia está ligada ao coração da criança. A propensão inata da natureza humana caída pende para a insensatez.

 

a vara da disciplina. A vara pode aplicar-se a uma larga gama de medidas disciplinares, incluindo o castigo corporal (13.24; 29.15). A disciplina é uma tarefa educacional da sabedoria, sendo algo necessário até que a criança aprenda a autodisciplinar-se.

 

*          22.16 O hebraico aqui é de difícil tradução. Conforme o texto é aqui traduzido, tanto a opressão contra os pobres quanto o comprar favores dos ricos, leva o indivíduo à pobreza.

 

*          22.17—24.22 Esta seção é uma coletânea de afirmações sábias principalmente sob a forma de instruções (Introdução: Características e Temas). Há evidências de que a primeira parte (22.17—23.11) aproveitou-se da sabedoria egípcia de Amenemope (cf. 4.1-27, nota). Nesse caso, esses discernimentos foram conscientemente apropriados como admoestações que ajudam a pessoa a satisfazer as obrigações do pacto de "confiar... no Senhor" (22.19). O autor dos Provérbios, tal como os historiadores da Bíblia, não foi impedido, em princípio, de usar os materiais existentes no processo da escrita daquilo que Deus inspirou.

 

*          22.17-21 Esta seção introdutória exorta o ouvinte a dar atenção e ouvir, e também indica alguns dos benefícios desse aprendizado.

 

*          22.17   aplica o teu coração. Pensar com cuidado (2.2 e nota).

 

*          22.18   aplicares todos aos teus lábios. As declarações interiorizadas estão prontas para serem usadas.

 

*          22.19 Essa declaração exprime o ponto-de-vista bíblico da sabedoria (3.5, nota).

 

*          22.20 excelentes coisas. Ou, "trinta declarações". Esta última tradução é preferível, visto que a seção de 22.17—24.22 divide-se em trinta partes, que é formalmente semelhante à disposição de trinta capítulos de Amenemope (22.17—24.22, nota).

 

*          22.22,23 Uma breve instrução que lança luz sobre a ameaça da retribuição divina. O Senhor é retratado aqui como o advogado legal dos pobres (Sl 9.18, nota).

 

*          22.24,25 O perigo das amizades destituídas de sabedoria é desmascarado em 1.10-19; 12.26.

 

*          22.24   o iracundo. Essa pessoa perde facilmente o autocontrole (14.17; 15.18 e notas).

 

*          22.26,27 Ver 6.1-5 e notas.

 

*          22.28 Ver 15.25 e notas. Em 23.10,11 é dado o mandamento contra o contexto no qual é dada a determinação divina de defender os oprimidos.

 

*          22.29   um homem perito. No hebraico, "que é rápido". Essa velocidade no trabalho vem de habilidades bem aprendidas, e não por tomar atalhos.

 

Perante reis será posto. Essas palavras são uma exortação indireta na direção da excelência que, como no caso das escolas egípcias dos sábios, era o caminho da promoção para um serviço mais elevado (22.17—24.22, nota).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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