* Sl
14 Este salmo revela uma atitude de tranqüila meditação, ao
mesmo tempo que enfoca a maldade humana. Ver Sl 53, que tem um começo
semelhante.
* 14.1
o insensato. O
insensato pode ser altamente inteligente, segundo os padrões do mundo. Mas ele
se esquece da natureza verdadeira da realidade (Ec 2.14). Ser chamado de
insensato é um julgamento moral.
Não há Deus. O insensato
nega a existência de Deus como uma questão de preocupação humana. Isso
corresponde ao ateísmo prático. Deus é tido como indiferente para com as
atividades do mundo, e especialmente, para com as atividades do indivíduo. Ver
"Conhecimento e Culpa", índice.
Corrompem-se. Note o
leitor o uso deste salmo por Paulo, em Rm 3.10-18. A insensatez significa falta
de moralidade, e não ausência de intelecto natural.
* 14.2 quem busque a Deus. O homem
caído em seus pecados não busca ativamente a Deus.
* 14.4 como quem come pão. Os ímpios
com freqüência exploram as pessoas, e isso sem nenhum senso de culpa. Para eles
trata-se de algo tão natural como comer pão.
* 14.6 seu refúgio. Deus pode
predominar sobre os planos iníquos dos malfeitores para o bem dos aflitos. Esse
princípio foi salientado por José (Gn 50.20), e foi aplicado à crucificação, em
At 2.22-24.
* 14.7 de Sião. O lugar de onde Deus mais
revelava pessoal e diretamente a sua presença.
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