* Sl
16 Este salmo exprime confiança no Senhor, embora seja difícil
dizer se a crise era passada ou presente para o salmista. A morte poderia ser
iminente para ele (v. 10).
* 16.1
Uma invocação ao Senhor e um apelo pedindo socorro. Esta linha indica que
a crise continuava presente para o salmista.
* 16.3 santos. Lit.,
"aqueles que foram separados". O povo eleito de Deus.
* 16.4 por outros deuses. O perigo
de adorar a outros deuses era um perigo sempre presente em Israel (cf. 1Rs 18).
O salmista enfatizou aqui que os poderes e epítetos atribuídos aos deuses
pagãos pertenciam, realmente, a Yahweh (Sl 29).
as suas libações de sangue... o seu
nome. Isto é, dos deuses estrangeiros. Esses são dois exemplos
das maneiras como os sistemas religiosos das nações circunvizinhas tentavam
compelir suas divindades a ajudá-las.
* 16.5 porção... cálice... sorte. Três
metáforas que descrevem a vida como um presente de Deus.
* 16.6 as divisas. Uma vez
mais, provavelmente uma metáfora para a qualidade de vida do salmista. A vida
que Deus lhe dava não somente era segura (v. 5), mas também era
"agradável".
* 16.7 meu coração. Lit.,
"rins". Tal como no caso de "coração", os rins representam
o âmago da pessoa do ser humano.
* 16.10 não deixarás a minha alma na morte. A
aplicação imediata deste salmo é a Davi e aos santos do Antigo Testamento.
Refere-se ao livramento da ameaça imediata da morte, mas aponta profeticamente
para o Filho de Davi, a quem o Davi histórico servia de reflexo e prenúncio.
Tanto Pedro quanto Paulo reconheceram que Jesus foi o cumprimento final deste
salmo (At 2.25-28; 13.35).
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