*          Sl 37 Um poema acróstico (Introdução: Características e Temas), e, como quase todos os acrósticos, uma meditação sobre a sabedoria.

 

*          37.2     como a relva. A metáfora foi muito bem aplicada. Em Israel a relva nasce e floresce durante o inverno, mas no verão é ressecada pelo sol.

 

*          37.8     a ira. Provavelmente a ira contra Deus.

 

isso acabará mal. A ira é uma força perigosa (Tg 1.20).

 

*          37.9     serão exterminados. Um termo técnico no hebraico que significa ser exilado, ser excomungado da sociedade, ou mesmo ser executado (Gn 17.14; Lv 17.14).

 

*          37.11   os mansos herdarão a terra. A terra e o seu cultivo agrícola é a base da vida física. Este versículo é usado em Mt 5.5.

 

*          37.13   Rir-se-á dele o Senhor. Ver Sl 2.4. Uma vívida linguagem humana descreve a insensatez da rebelião contra o Todo-poderoso. Ninguém ameaça a Deus, e nem o seu julgamento pode ser evitado.

 

*          37.15   A sua espada... lhes traspassará o próprio coração. A conseqüência do próprio pecado. Ver 7.14-16; 34.21; 35.8.

 

*          37.21   pede emprestado e não paga. O ímpio quebra o oitavo mandamento, contra o furto, não devolvendo aquilo que ele toma emprestado. O justo paga suas dívidas e dá dinheiro com generosidade. Aqueles que dão misericordiosamente à causa de Deus, acabarão prosperando.                                          

 

*          37.24   se cair. O homem sábio não é perfeito — pode cair ao longo do caminho. Mas Deus o guia e protege, até mesmo quando ele peca e encontra obstáculos.

 

*          37.25,26          Confirmando a verdade do v. 24, o salmista tira proveito da experiência de sua longa vida para assegurar aos retos que Deus não abandonará nem a eles e nem a seus filhos. Os justos são conhecidos por seus feitos de misericórdia e generosidade.

 

*          37.30,31          Governadas interiormente pela lei de Deus, tanto a fala quanto as ações da pessoa reta são sábias e justas. No hebraico, "coração" é a maneira normal de referir-se ao princípio interior que governa a conduta externa (Pv 4.23).

 

*          37.33   quando for julgado. O Senhor não permitirá que prevaleçam as acusações dos ímpios que tentam destruir àqueles que ele considera justos. Diante de seu próprio tribunal de justiça, Deus os declarará inocentes.

 

*          37.35   cedro do Líbano. Comumente acontece que os ímpios prosperam nos negócios deste mundo (Lc 16.8). Longe de serem invejados, deveriam ser lamentados, visto que o seu sucesso temporário é apenas o prelúdio de sua condenação eterna.

 

*          37.37   terá posteridade. Estão aqui em foco a vida avançada do indivíduo ou de seus filhos, mas em seu sentido final esta promessa refere-se à paz eterna desfrutada na presença de Deus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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