* 64.1 terror do inimigo. Visto não
ter sido identificado por nome, o "inimigo" pode aplicar-se a
qualquer adversário.
* 64.3 como espada... flechas, palavras amargas. A Bíblia
ensina coerentemente que as palavras são poderosas e podem ser usadas visando o
bem (Pv 25.15) ou visando o mal (Pv 12.18; 25.18).
* 64.5 Quem nos verá? Eles não
temiam os homens, e, mediante sua pergunta, percebe-se que eles também não
temiam a Deus. Pensavam que seus atos passavam despercebidos, esquecidos como
estavam de que existe nos céus um Deus justo, o qual vigia cada movimento dos
homens (Sl 2).
* 64.6 inquirem tudo. A seus
outros crimes, esses espertos malfeitores adicionavam o pecado do orgulho.
* 64.7 desfere contra eles uma seta. Este
versículo deve ser contrastado com o v. 4. Algumas das mesmas palavras são
usadas para ilustrar o caso contrário. Os ímpios que tentam alvejar os justos
são, eles mesmos, feridos pelas setas divinas.
* 64.8 a própria língua. Contrastar
com o v. 3. Deus inverte os efeitos exercidos pelas suas línguas. Eles queriam
usar suas línguas contra o salmista; finalmente, porém, eles incriminaram a si
mesmos.
* 64.9 temerão. Vendo a justiça de Deus, o
mundo ficará satisfeito com a condenação dos ímpios. As pessoas deste mundo
reconsiderarão seus próprios atos à luz do modo de Deus tratar com os iníquos.
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