*          80.1     ó pastor. Deus era o Pastor de Israel (Sl 23), porquanto ele os guiava e lhes provia o de que necessitavam (77.20; 78.52,71,72; 79.13). No antigo Oriente Próximo, "pastor" não era um título incomum dado aos reis.

 

acima dos querubins. Acima da arca da Aliança, no Santo dos Santos do templo, as asas dos querubins se estendiam sobre o trono de Deus (Êx 25.22; Nm 7.89).

 

o teu esplendor. Note o leitor a alusão à bênção sacerdotal, em Nm 6.24-26. O salmista conclamava a Deus para que revelasse a sua graciosa presença aos filhos de Israel.

 

*          80.2     Efraim, Benjamim e Manassés. A menção dessas principais tribos do reino do norte talvez indique que este salmo foi composto nos dias finais desse reino.

 

*          80.5     pão de lágrimas. As lamentações deles eram tão contínuas que eram como seu alimento e bebida diários.

 

*          80.8     uma videira. Israel é a videira que Deus transplantara da servidão, no Egito, para o solo frutífero da Palestina (Is 5.1-7; Jo 15.1,2).

 

*          80.10   Com a sombra dela. A humilde videira tornou-se tão grande, por meio das bênçãos de Deus, que as montanhas e os cedros gigantescos foram cobertos com a sua sombra (Lc 13.19).

 

*          80.11   ao mar... ao rio. Ao mar Mediterrâneo... ao rio Eufrates. A linguagem nos faz relembrar as promessas feitas a Abraão.

 

*          80.12   Por que. O salmista sabia que sem importar qual exército humano tinha realmente derrotado a Israel, Deus é quem o havia permitido. Deus parecia estar voltando as costas ao povo que havia criado.

 

*          80.17   o filho do homem. Embora a referência possa ser a Israel, é mais provável que seja ao rei davídico e, em última análise, ao Messias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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