*          Sl 88 Este salmo apresenta a mais deprimida de todas as lamentações do saltério. A aflição do salmista podia ser ouvida do começo ao fim, porquanto sua dor vinha desde a sua mocidade (v. 15), até o presente. A maioria das lamentações transmuta-se em confiança e louvor no fim, mas neste salmo o único raio de esperança é que o salmista se preocupava ao menos em orar. Ele referiu-se a Deus como "minha salvação" (v. 1). Um crente não está isento, como tal, de sofrimentos neste mundo. Pelo contrário, a sorte do crente comumente inclui sofrimento e dor. Não podemos esperar escapar de todo o sofrimento, mas encontramos consolação nos sofrimentos e na ressurreição de Cristo (Fp 3.10).

 

*          88.3     da morte. No hebraico, sheol; ver 6.5, nota.

 

*          88.5     atirado entre os mortos. Ele se encontra em tão más condições que as pessoas o tratam como se ele estivesse morto.

 

*          88.8     objeto de abominação. A infelicidade do salmista nos faz lembrar os sofrimentos de Jó.

 

*          88.9     te levanto as minhas mãos. Em uma atitude de oração. Embora Deus o estivesse afligindo, ou talvez porque Deus o estivesse afligindo, o salmista sabia que para ele só havia um refúgio — Deus.

 

*          88.10   prodígios aos mortos. Ver 6.5; 30.9 e notas.

 

*          88.17   como água. Quanto à água como um símbolo de tribulação, ver notas em 18.4,15.

 

*          88.18   os meus conhecidos são trevas. Seus amigos mais íntimos tinham abandonado o salmista (v. 8), e Deus se distanciara (v. 14), deixando nas proximidades dele apenas as trevas. Este é o único salmo que termina com uma nota tão abatida (introdução ao Sl 88).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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