* Sl
94 O salmista apela ao Senhor como Juiz, para impor a justiça a
arrogantes malfeitores, aqueles que lhe são desobedientes. O escritor menciona
um opressivo "trono da iniqüidade" (vs. 20-23).
* 94.2 Exalta-te, ó juiz da terra. Ver notas
em 3.7 e 7.6, "Deus É Luz: Santidade e a Justiça Divinas", índice.
* 94.3 Até quando. Ver nota
em Sl 6.3.
* 94.4 falam coisas duras. Eles
deveriam envergonhar-se e fazer silêncio, mas, ao invés disso, bramam dos
eirados suas realizações iníquas.
* 94.6 a viúva e o estrangeiro, e aos órfãos. Ver 9.18,
nota.
* 94.7 O SENHOR não o vê. Os ímpios,
em sua prosperidade, acreditam que Deus não se importa com o que fazem.
* 94.8 prudentes? Os ímpios
tornar-se-ão sábios quando abandonarem a ilusão de que Deus não conhece as suas
maquinações pecaminosas, ou que ele é incapaz de impedir essas intrigas.
* 94.11 conhece os pensamentos do homem. O Senhor
conhece até mesmo os pensamentos secretos, ocultos no coração (Sl 90.8).
* 94.13 até que se abra a cova. O
salmista reconhece aqui que geralmente há uma demora entre um ato iníquo e sua
punição. Os injustos poderão até prosperar por algum tempo. O certo é que eles
pagarão por seus crimes.
* 94.14 não há de rejeitar o seu povo. Deus pode
disciplinar os justos (v. 12), fazendo-os voltarem à conformidade com a sua
vontade, mas ele jamais os abandonará.
* 94.16 O salmo assume uma nota pessoal quando o
autor se prepara para mencionar como Deus o livrou.
* 94.18 a tua benignidade.
Especificamente, o amor de Deus por aqueles que estão em relacionamento com ele
segundo a aliança.
* 94.20 trono da iniqüidade. O trono
de um rei que perverte a justiça. Todo rei de Israel tinha o dever de refletir
o governo de Deus, particularmente a justiça e a compaixão divinas. O salmista
referiu-se aqui a um rei israelita que não buscava a vontade de Deus. Há muitos
exemplos desses na história do reino dividido de Israel e Judá.
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