*          12.1—14.21    O segundo oráculo da última metade do livro enfoca o julgamento de Deus sobre as nações, o que atingirá o seu clímax na salvação de Jerusalém e na celebração da Festa dos Tabernáculos.

 

*          12.1                 Sentença pronunciada pelo SENHOR. Ver a nota em 9.1.

 

*          12.2                 um cálice de tontear. Uma figura comum da ira de Deus como um cálice da qual as nações deverão beber (Is 51.17; Jr 25.15-17,27-29; Ez 23.32-34).

t

*          12.3                 Naquele dia. O dia do Senhor (14.1). Essa frase ocorre por numerosas vezes nos caps. 12—14, e indica a plenitude do julgamento do mundo e a salvação final do povo de Deus.

 

uma pedra pesada. A Jerusalém terrena dos dias de Zacarias era um tipo da Igreja, a Jerusalém celestial, na qual atualmente vivemos pela fé (Hb 12.22-24).

 

*          12.6                 braseiro... tocha. Mais figuras do poder devorador de Judá.

 

*          12.10   espírito de graças e de súplicas. Isso descreve o Espírito gracioso de Deus que produz a humildade no povo de Deus. Os profetas do Antigo Testamento enfatizam que a renovação da aliança de Deus (Jr 31.31-33) subentende a renovação por meio do seu Espírito (Is 59.21; Ez 36.26,27; 39.29; Jl 2.28,29).

 

olharão para aquele a quem traspassaram. Provavelmente isso significa “olhar para o Messias como a fonte da salvação”. Muitas passagens do evangelho de João referem-se à fé mediante o uso do verbo "ver" (Jo 6.40). Aquele que é assim contemplado pela fé não é outro senão o próprio Deus, que foi traspassado na pessoa de seu Filho encarnado, o Messias (Jo 1.14 e nota; 19.37).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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