*          14.1                 vem o Dia do SENHOR. Os profetas do Antigo Testamento proclamavam um "dia do Senhor" quando haveria julgamento e livramento, sendo ambos apresentados nesta passagem (Introdução a Sofonias: Características e Temas).

 

*          14.5                 Azal. Como é claro trata-se de um local próximo de Jerusalém, embora sua localização precisa seja desconhecida.

 

santos. Essa expressão se encontra no Novo Testamento (Jd 14; cf. Mt 25.31). Esses são os servos escolhidos de Deus, a hoste angelical (talvez também entre eles seres humanos), vindos a Jerusalém para libertá-la de agressores pagãos. Em dia de batalha inaugurará a bem-aventurança eterna da presença especial de Deus entre o seu povo.

 

*          14.7                 um dia... haverá luz. O próprio Deus será a luz da cidade (Is 60.19,20; Ap 21.25; 22.5). A luz natural, emitida pelos corpos celestes, terá cessado (v. 6).

 

*          14.8                 de Jerusalém águas vivas. Como resultado da presença do Senhor, uma corrente refrescante de águas correntes, trazendo cura àqueles que buscassem refúgio no Senhor. Tal água simboliza as bênçãos da salvação (Is 55.1-5; Ez 47.1-12; Jo 4.10-14). Os crentes em Jesus recebem a água viva que somente Jesus pode dar (Jo 7.37-39 e Ap 22.1).

 

*          14.9                 Rei sobre toda a terra. Diante dessa vitória final, a soberania de Deus sobre todos se manifestará.

 

um só será o SENHOR, e um só será o seu nome. Essas palavras claramente se baseiam em Dt 6.4, a confissão fundamental de Israel (Mc 12.29, nota). Somente nesse dia de vitória será plenamente compreendido o pleno significado dessa confissão.

 

*          14.10   Essa extensa descrição geográfica tem por desígnio salientar que toda a terra do povo de Deus será reivindicada pelo próprio Deus.

 

*          14.12   praga. Essa temível praga nos faz lembrar as pragas que sobrevieram ao Egito (Êx 7—12), bem como as maldições da aliança proclamadas por Deus contra os israelitas desobedientes (Lv 26.16; Dt 28.22).

 

*          14.15   assim será a praga. A praga atingirá até os animais pertencentes aos inimigos pagãos de Deus. Zacarias estava enfatizando que a destruição dos inimigos de Deus seria definitiva e completa. Agora mesmo os crentes já desfrutam da vitória mediante a fé (1Jo 5.4), e esperam pela subjugação final dos inimigos de Deus por Cristo (1Co 15.24-28).

 

*          14.16-20         A parte final do livro retrata a bênção universal que Deus concederá naquele estado final.

 

*          14.16   Todos os que restarem. Os habitantes das nações pagãs não serão todos destruídos. Alguns desses habitante O OOOOOOOs se converterão e virão a adorar o Deus vivo e verdadeiro em Jerusalém (6.15; 8.23 e notas).

 

a Festa dos Tabernáculos. A adoração pelos gentios foi expressa em termos dessa festividade porque era uma festa de alegria e gratidão a Deus por suas bênçãos (Lv 23.33-36, 39-43; Nm 29.12-34; Dt 16.13-15). A festa ocorria durante a colheita do outono, e desta forma podia simbolizar a reunião dos gentios.

 

*          14.20   Santo ao SENHOR. Originalmente inscrita no turbante do sumo sacerdote (Êx 28.36-38) para expressar a idéia de dedicação, a expressão é agora aplicada a tudo em Jerusalém, desde as sinetas dos cavalos até às panelas de cozinhar, porquanto a presença de Deus santificará tudo ao seu redor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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