1-18
Paulo cumpre o seu ministério com fidelidade 1-6
1-18 O dualismo de Paulo é explicado
1-2 O escondido e o revelado
4:1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
4:2 pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3-4 Os cegos e os iluminados
4:3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto,
4:4 nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
4-5 Os escravos e o Senhor
4:5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
* 4.1 Paulo não desiste de sua esperança, visto que o ministério do novo pacto, no poder do Espírito Santo, é tão excelente e poderoso.
* 4.2 nem adulterando a palavra de Deus. Isto significa “adulterar, falsificar”. Paulo diz que jamais diluiria a Palavra de Deus ou a distorceria para agradar aos ouvintes. Mas ele deixa entendido que seus oponentes punham em prática tal adultério e distorção.
* 4.3 O simbolismo do véu continua aqui, transportado de 3.14-16. Aqueles que no presente estão perecendo (por não confiarem em Cristo), estão cegos para a verdade.
* 4.4 o deus deste século. Satanás (cf. 1Jo 5.19) influencia fortemente este mundo caído e perverso, o que continuará até ao tempo da volta de Cristo, trazendo a era vindoura em sua plenitude (cf. Gl 1.4).
cegou. O resultado da ação de Satanás é que os incrédulos não podem apreciar ou compreender plenamente as reivindicações do evangelho, a menos que Deus, por meio do evangelho, os ilumine (4.6; Jo 3.3).
* 4.5 não nos pregamos a nós mesmos. A questão crucial não era se as pessoas aceitam ou rejeitam a Paulo, mas como eles respondem a Cristo. Os oponentes de Paulo aparentemente enfocavam a atenção sobre si mesmos, e velavam a glória de Cristo com seu próprio orgulho.