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| 15-23 Os falsos profetas Mt 7:15 Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. | 7.15 disfarçados em ovelhas... lobos roubadores. A mensagem do falso profeta pode ser atraente e mesmo parecer ortodoxa. O único modo de saber com segurança é deixar o tempo mostrar seus frutos (vs. 16-20). Alguns dos frutos dos falsos profetas são mencionados no Novo Testamento: controvérsias (1Tm 1.3), divisões (1Tm 6.3-4), destruição da fé (2Tm 2.18) e autodestruição pela heresia (2Pe 2.1). |
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2Tm 4 1-22 4 A fidelidade e o zelo da pregação 1-5 4:1 Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: 4:2 prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. 4:3 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; 4:4 e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. 4:5 Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério. =================================== | * 4.1-5. Paulo conclui o seu apelo a Timóteo, iniciado em 1.6. * 4.1 perante Deus. Paulo menciona testemunhas para incutir em Timóteo a máxima seriedade na sua tarefa. Cristo Jesus, que há de julgar. Sobre Cristo como juiz, ver v. 8; Mt 25.31-46; Jo 5.22,27; At 10.42. sua manifestação. Segunda vinda de Cristo (cf. o v. 8; 1Tm 6.14; Tt 2.13). * 4.2 a palavra. O evangelho (cf. 2.15 - 2:15 Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.). quer seja oportuno, quer não. Em toda situação, seja boa ou má, a Palavra deve ser proclamada. * 4.3 suportarão. Possivelmente uma referência a algumas pessoas que têm ligação com a igreja. sã doutrina. Ver nota em 1.13. coceira nos ouvidos. Algumas pessoas têm um interminável fascínio com tudo, menos com a verdade * 4.4 fábulas. Ver nota em 1Tm 1.4. * 4.5. Uma exortação final à fidelidade mesmo que outras pessoas se desviem. |
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6.1-20 Paulo censura litígio entre os irmãos. Processos da lei 1-11 6:1 Aventura-se algum de vós, tendo questão contra outro, a submetê-lo a juízo perante os injustos e não perante os santos? 6:2 Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? 6:3 Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida! 6:4 Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. 6:5 Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade? 6:6 Mas irá um irmão a juízo contra outro irmão, e isto perante incrédulos! 6:7 O só existir entre vós demandas já é completa derrota para vós outros. Por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano? 6:8 Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! 6:9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, 6:10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. 6:11 Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. | * 6.1 Aventura-se algum de vós... a submetê-la a juízo perante os injustos. Neste versículo, Paulo parece mudar de tópico deixando os males da imoralidade para falar sobre o problema das ações legais entre crentes. Todavia, é importante notar a conexão, em primeiro lugar, que o tópico sobre a imoralidade não fora ainda deixado para trás, pois reaparecerá no v. 9. Em segundo lugar, as falhas dos coríntios, no tocante às ações legais, são um aspecto do problema já discutido no cap.5, a saber, uma doutrina fraca da igreja. Da mesma forma como os crentes não são responsáveis por regulamentar as vidas de não-crentes, assim também os não-crentes não têm o poder de disciplinar a Igreja. Se os coríntios entendessem a relação entre a comunidade dos israelitas e a comunidade cristã (5.12,13, nota), eles entenderiam ser um absurdo que os crentes saíssem da igreja para solucionarem suas disputas. Quem poderia imaginar um gentio pagão a resolver disputas entre os israelitas no deserto? Este texto não comenta sobre o papel legítimo das autoridades civis em julgarem questões que Deus pôs sob os auspícios deles. Ver "Os Cristãos e o Governo Civil", em Rm 13.1. * 6.2-5 O absurdo da situação em Corinto torna-se mais claro quando a pessoa reconhece que, na consumação da história (mas não antes; 5.12,13), os crentes participarão, juntamente com Cristo, no julgamento não somente dos incrédulos, mas também dos anjos. Até o menos qualificado entre os crentes de Corinto estava em melhor posição do que um incrédulo para arbitrar disputas na igreja local. |
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| 2Tm 4 1-22 4 A fidelidade e o zelo da pregação 1-5 4:1 Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: 4:2 prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. 4:3 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; 4:4 e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. 4:5 Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério. | * 4.1-5. Paulo conclui o seu apelo a Timóteo, iniciado em 1.6. * 4.1 perante Deus. Paulo menciona testemunhas para incutir em Timóteo a máxima seriedade na sua tarefa. Cristo Jesus, que há de julgar. Sobre Cristo como juiz, ver v. 8; Mt 25.31-46; Jo 5.22,27; At 10.42. sua manifestação. Segunda vinda de Cristo (cf. o v. 8; 1Tm 6.14; Tt 2.13). * 4.2 a palavra. O evangelho (cf. 2.15 - 2:15 Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.). quer seja oportuno, quer não. Em toda situação, seja boa ou má, a Palavra deve ser proclamada. * 4.3 suportarão. Possivelmente uma referência a algumas pessoas que têm ligação com a igreja. sã doutrina. Ver nota em 1.13. coceira nos ouvidos. Algumas pessoas têm um interminável fascínio com tudo, menos com a verdade * 4.4 fábulas. Ver nota em 1Tm 1.4. * 4.5. Uma exortação final à fidelidade mesmo que outras pessoas se desviem. |
| 6.1-20 Paulo censura litígio entre os irmãos. Processos da lei 1-11 6:1 Aventura-se algum de vós, tendo questão contra outro, a submetê-lo a juízo perante os injustos e não perante os santos? 6:2 Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? 6:3 Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida! 6:4 Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. 6:5 Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade? 6:6 Mas irá um irmão a juízo contra outro irmão, e isto perante incrédulos! 6:7 O só existir entre vós demandas já é completa derrota para vós outros. Por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano? 6:8 Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! 6:9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, 6:10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. 6:11 Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. | * 6.1 Aventura-se algum de vós... a submetê-la a juízo perante os injustos. Neste versículo, Paulo parece mudar de tópico deixando os males da imoralidade para falar sobre o problema das ações legais entre crentes. Todavia, é importante notar a conexão, em primeiro lugar, que o tópico sobre a imoralidade não fora ainda deixado para trás, pois reaparecerá no v. 9. Em segundo lugar, as falhas dos coríntios, no tocante às ações legais, são um aspecto do problema já discutido no cap.5, a saber, uma doutrina fraca da igreja. Da mesma forma como os crentes não são responsáveis por regulamentar as vidas de não-crentes, assim também os não-crentes não têm o poder de disciplinar a Igreja. Se os coríntios entendessem a relação entre a comunidade dos israelitas e a comunidade cristã (5.12,13, nota), eles entenderiam ser um absurdo que os crentes saíssem da igreja para solucionarem suas disputas. Quem poderia imaginar um gentio pagão a resolver disputas entre os israelitas no deserto? Este texto não comenta sobre o papel legítimo das autoridades civis em julgarem questões que Deus pôs sob os auspícios deles. Ver "Os Cristãos e o Governo Civil", em Rm 13.1. * 6.2-5 O absurdo da situação em Corinto torna-se mais claro quando a pessoa reconhece que, na consumação da história (mas não antes; 5.12,13), os crentes participarão, juntamente com Cristo, no julgamento não somente dos incrédulos, mas também dos anjos. Até o menos qualificado entre os crentes de Corinto estava em melhor posição do que um incrédulo para arbitrar disputas na igreja local. |